Hoje era domingo, pé de cachimbo... Pois é, estava num momento de reflexão quando me aparece uma lembrança da infância: Que dia é hoje? Hoje é domingo, pé de cachimbo. Foi quando me dei conta de que não era mais domingo e sim, segunda-feira. Decepção.
segunda-feira, 19 de abril de 2010
quinta-feira, 1 de abril de 2010
1º de Abril
Dia primeiro de abril. Dia da mentira. Estava pensando em algo para escrever aqui, logo me veio a cabeça: Por que não escrever a respeito do dia 1º de abril? Então aqui vamos nós.
Como não sabia muito sobre a origem, ou porque é uma homenagem a mentira - uma coisa que todas as sociedades condenam-, fui procurar no pai-dos-burros virtual: a wikipédia. Lá também não explica muita coisa, tem apenas um tópico pequeno à respeito desse dia. Conta que a origem não é exata, e que pode ter nascido de uma sacanagem dos franceses por causa da troca do calendário.
Lá menciona que é uma cultura mundial comemorar o dia da mentira, mas em alguns países recebe o nome de peixe de abril e dia dos bobos. O dia da mentira é a data em que todos tentam pregar peças, normalmente as pessoas já ficam mais cautelosas por causa da fama do dia em questão, mesmo assim ainda dá pra enganar as pessoas mais distraídas.
Pregar peças na internet está se tornando cada vez mais comum, Orkut trocando nome por Yogurt, google lançando refrigerante e a própria wikipédia dizendo que as fotos do site seriam deletadas por problemas com direitos autorais.
Depois de tudo isso só me falta mandar o aviso: fiquem atentos com tudo o que receberem hoje, cartas, e-mails, histórias, sites da intenrnet. fiquem de olho, com um pé atrás durante todo o primeiro de abril. Se cuidem!
Personagem de hoje: Pinóquio, o mentiroso.
Como não sabia muito sobre a origem, ou porque é uma homenagem a mentira - uma coisa que todas as sociedades condenam-, fui procurar no pai-dos-burros virtual: a wikipédia. Lá também não explica muita coisa, tem apenas um tópico pequeno à respeito desse dia. Conta que a origem não é exata, e que pode ter nascido de uma sacanagem dos franceses por causa da troca do calendário.
Lá menciona que é uma cultura mundial comemorar o dia da mentira, mas em alguns países recebe o nome de peixe de abril e dia dos bobos. O dia da mentira é a data em que todos tentam pregar peças, normalmente as pessoas já ficam mais cautelosas por causa da fama do dia em questão, mesmo assim ainda dá pra enganar as pessoas mais distraídas.
Pregar peças na internet está se tornando cada vez mais comum, Orkut trocando nome por Yogurt, google lançando refrigerante e a própria wikipédia dizendo que as fotos do site seriam deletadas por problemas com direitos autorais.
Depois de tudo isso só me falta mandar o aviso: fiquem atentos com tudo o que receberem hoje, cartas, e-mails, histórias, sites da intenrnet. fiquem de olho, com um pé atrás durante todo o primeiro de abril. Se cuidem!
Personagem de hoje: Pinóquio, o mentiroso.
segunda-feira, 29 de março de 2010
Odacil é um grande amigo de meus pais, há muito tempo que eles se conhecem já. Ele até é padrinho da minha irmã.
Odacil é um cara engraçado. Um dia ele marca de encontrar com meu pai num bar aqui de brasília chamado "bedrock", o problema é que ele é péssimo para se localizar. Ele e meu pai ficaram rodando a asa norte inteira procurando o tal do bedrock. Até que ele desistiu e ligou para sua filha, que nem estava em brasília, para perguntar o endereço.
Mas enfim, essa história era só para alegrar o post. Na verdade eu queria contar sobre um videoblog que o Odacil mandou pro meu pai. Há um certo tempo eles foram colegas de Televisão, meu pai como repórter e Odacil como diretor. Nesse site estão algumas das matérias que meu pai fez.
O programa era MSTV 3ª edição. Não tem como não rir de algumas partes. Ver como meu pai era magrinho e novinho é comédia. Mas do que eu mais ri foi a frase que outro repórter falou:"o Velho Barreiro, por exemplo, começa a faltar em todo o estado e o gerente explica o maquiavelismo dessa escassez". Ficarei imaginando o que é o "maquiavelismo da escassez" por muito tempo.
Nessa mesma reportagem , para complementar o maquiavelismo, o repórter faz um trocadilho infame: "os fabricantes concorrentes compram o casco dessa marca (Velho Barreiro) e fundem o vidro para engarrafar outra aguardente. o resultado é transparente - falta vidro, falta Velho Barreiro." Não sei com qual fato fico mais triste, se é a capacidade do repórtes com o trocadilho entre vidro e "resultado é transparente" ou com o fato que faltara Velho Barreiro naquela época.
E para acabar essa esplêndida edição, eles falam sobre a agenda cultural:" [...] e o cinema plaza vai exibir amanhã karatê Kid 2". Essa parte eu vou deixar sem comentários, pois acho que qualquer coisa que eu escreva vai rebaixar essa pérola.
Para Acessar o arquivo digital Clique Aqui. Vale a pena!
Odacil é um cara engraçado. Um dia ele marca de encontrar com meu pai num bar aqui de brasília chamado "bedrock", o problema é que ele é péssimo para se localizar. Ele e meu pai ficaram rodando a asa norte inteira procurando o tal do bedrock. Até que ele desistiu e ligou para sua filha, que nem estava em brasília, para perguntar o endereço.
Mas enfim, essa história era só para alegrar o post. Na verdade eu queria contar sobre um videoblog que o Odacil mandou pro meu pai. Há um certo tempo eles foram colegas de Televisão, meu pai como repórter e Odacil como diretor. Nesse site estão algumas das matérias que meu pai fez.
O programa era MSTV 3ª edição. Não tem como não rir de algumas partes. Ver como meu pai era magrinho e novinho é comédia. Mas do que eu mais ri foi a frase que outro repórter falou:"o Velho Barreiro, por exemplo, começa a faltar em todo o estado e o gerente explica o maquiavelismo dessa escassez". Ficarei imaginando o que é o "maquiavelismo da escassez" por muito tempo.
Nessa mesma reportagem , para complementar o maquiavelismo, o repórter faz um trocadilho infame: "os fabricantes concorrentes compram o casco dessa marca (Velho Barreiro) e fundem o vidro para engarrafar outra aguardente. o resultado é transparente - falta vidro, falta Velho Barreiro." Não sei com qual fato fico mais triste, se é a capacidade do repórtes com o trocadilho entre vidro e "resultado é transparente" ou com o fato que faltara Velho Barreiro naquela época.
E para acabar essa esplêndida edição, eles falam sobre a agenda cultural:" [...] e o cinema plaza vai exibir amanhã karatê Kid 2". Essa parte eu vou deixar sem comentários, pois acho que qualquer coisa que eu escreva vai rebaixar essa pérola.
Para Acessar o arquivo digital Clique Aqui. Vale a pena!
Po, estou com raiva de mim. Vocês também devem estar. Mas esse é o caso: Tem dias já que eu estou pensando em atualizar o blog, já faz muito tempo que nem dou as caras por aqui. Fico horas pensando em algo para escrever. Já fui cobrado por amigos e parentes para escrever pelo menos alguma coisinha mínima aqui. E é isso o que eu estou fazendo, dando uma mísera desculpa esfarrapada e espero que vocês aceitem. Voltarei em breve com mais textos.
quarta-feira, 10 de março de 2010
Mais uma da UnB.....
Então, a UnB é uma caixinha de pérolas. Aí vai mais uma. Como toda universidade, a UnB também tem um "bandejão". Alunos pagam R$2,50 e visitante paga R$5. Para comer no Restaurante Universitário (RU) é preciso creditar seu cartão num caixa e depois passá-lo numa catraca eletrônica para entrar no refeitório.
Ontem foi o primeiro dia do semestre, muitos calouros, muitas caras conhecidas, novos amigos. Para os calouros comerem no RU eles precisam mostrar um comprovante de matrícula na hora da compra de um cartão, que serve como crédito, e na hora de entrar no refeitório. Ontem e hoje o RU estava apinhado de gente. Eu passei o meu cartão na roleta e o guardei no bolso. Almocei, fiz aula a tarde, recepcionei calouros, voltei para casa e joguei a minha carteirinha da UnB encima da cama.
Hoje pela manhã, acordei meio atordoado e por isso nem lembrei da carteirinha. Tive duas aulas no período da manhã. A UnB está parecendo um formigueiro, onde as formigas se encontram e depois vão para lados opostos. Tem muita gente andando pelos corredores, com muitos encontrões e mudança de rumo. E é claro que na hora do almoço o RU ficou lotado. Do lado de fora, de longe, já se via a fila gigantesca para comprar crédito. Entrei, junto com dois amigos, na colossal fila.
fila é sempre igual: você fica parado por 10 minutos e depois dá um passo mínimo para frente, espera mais 10 minutos e dá outro passo. E assim por diante, até o caixa. Numa certa hora comecei a procurar por minha carteirinha e não a achei. Lembrei de tê-la jogado e depois não a peguei de novo. Nesse momento, a nossa turma já tinha crescido até o número de 7 pessoas mais 1 calouro.
Achei uma solução. O calouro comprava o crédito para ele com o seu comprovante e, furtivamente, me passava o papel para eu também comprar com o mesmo comprovante. Deu certo. Eu já tinha comprado o crédito, agora faltava passar pela "tia" da catraca.
Pensei num história mirabolante. Inventei que eu era calouro e tinha comprado dois créditos no dia anterior, e achei que o comprovante não seria mais necessário para almoçar, por isso não o levara. Ela cedeu e então eu pude almoçar no RU sem a carteirinha, me passando por calouro, pagando o preço de aluno e almoçando com meus amigos!
Ontem foi o primeiro dia do semestre, muitos calouros, muitas caras conhecidas, novos amigos. Para os calouros comerem no RU eles precisam mostrar um comprovante de matrícula na hora da compra de um cartão, que serve como crédito, e na hora de entrar no refeitório. Ontem e hoje o RU estava apinhado de gente. Eu passei o meu cartão na roleta e o guardei no bolso. Almocei, fiz aula a tarde, recepcionei calouros, voltei para casa e joguei a minha carteirinha da UnB encima da cama.
Hoje pela manhã, acordei meio atordoado e por isso nem lembrei da carteirinha. Tive duas aulas no período da manhã. A UnB está parecendo um formigueiro, onde as formigas se encontram e depois vão para lados opostos. Tem muita gente andando pelos corredores, com muitos encontrões e mudança de rumo. E é claro que na hora do almoço o RU ficou lotado. Do lado de fora, de longe, já se via a fila gigantesca para comprar crédito. Entrei, junto com dois amigos, na colossal fila.
fila é sempre igual: você fica parado por 10 minutos e depois dá um passo mínimo para frente, espera mais 10 minutos e dá outro passo. E assim por diante, até o caixa. Numa certa hora comecei a procurar por minha carteirinha e não a achei. Lembrei de tê-la jogado e depois não a peguei de novo. Nesse momento, a nossa turma já tinha crescido até o número de 7 pessoas mais 1 calouro.
Achei uma solução. O calouro comprava o crédito para ele com o seu comprovante e, furtivamente, me passava o papel para eu também comprar com o mesmo comprovante. Deu certo. Eu já tinha comprado o crédito, agora faltava passar pela "tia" da catraca.
Pensei num história mirabolante. Inventei que eu era calouro e tinha comprado dois créditos no dia anterior, e achei que o comprovante não seria mais necessário para almoçar, por isso não o levara. Ela cedeu e então eu pude almoçar no RU sem a carteirinha, me passando por calouro, pagando o preço de aluno e almoçando com meus amigos!
quarta-feira, 3 de março de 2010
Feliz Ano Velho
Acaso e destino. Eu acredito. E ainda acho que os dois formam uma combinação perfeita. Num feliz acaso do destino, nessa madrugada de terça para quarta, passando pelos canais como quem não quer nada, me deparei com o filme "Feliz Ano Velho"que foi baseado no livro homônimo escrito por Marcelo Rubens Paiva, o qual eu li no primeiro ano do ensino médio.
Cheguei para morar em Brasília no começo do ano de 2007. Minha primeira mudança de cidade. Não podia falar que Brasília era novidade, pois já tinha visitado a capital para reencontrar meus parentes. Mesmo assim não deixou de bater aquele friozinho na barriga. Cidade nova, escola nova. Assim foi.
Todas as escolas de Ensino Médio aqui do Distrito Federal têm como objetivo principal fazer seu aluno entrar na UnB. as escolas "treinam" seus alunos no modelo vestibular da UnB. Nas provas do vestibular sempre cai questões sobre algumas obras literárias. Para essa parte da prova, a escola introduz certos livros na grade curricular, faz aulas e provas interdisciplinares a respeito da leitura e entendimento da obra.
No ano de 2007, um dos livros que caíram no vestibular foi o "feliz Ano Velho".Comecei a ler o livro por causa da escola, confesso. Mas terminei por conta própria. Até então, nem gostar de ler eu gostava.
O livro conta, por memórias, alguns fatos da vida de Marcelo Rubens Paiva. A obra tem como ponto de partida o acidente que o deixou paraplégico. Aconteceu numa cachoeira, ao bater numa pedra depois de um salto. Também conta de sua recuperação no hospital, de seus dois meses olhando para o teto branco do quarto e outros tantos de internação.
Seria provável que eu tivesse me interessado pelo livro por sua linguagem vulgar, fácil, cheia de palavrões e por alguns momentos mostrar cenas de sexo. Não me lembro, mas quem sabe no primeiro momento não foi isso mesmo? Mas agora, quando me lembro do livro e suas histórias, me vem alguns sentimentos distintos.
Não consigo me lembrar do livro sem quem me venham umas imagens do meu primeiro ano em Brasília. Parece estranho, mas me acontece isso também com a música "Até Quando Esperar" do Plebe Rude. Me recordo de um momento, uma única imagem: eu no banco do passageiro com meu tio Guga no banco do motorista, rodando por Brasília cantando à plenos pulmões "Com tanta riqueza por aí, onde é que está? cadê sua fração?"
A recordação que música me passa é uma emoção de alegria, liberdade, espontaneidade. Enquanto o livro, por ser mais longo e com vários histórias e momentos, me vem uma mescla de emoção que parece que vai me explodir de dentro pra fora. Vêm com tanta força e tudo junto que eu não sei como expressá-las, a não ser pela vontade de chorar. Não um choro de tristeza, nem de alegria, mas um que contém todas as emoções juntas.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
UnB - sem comentários
Peço desculpas por não escrever no blog por um tenebroso e longo inverno. Uma das grandes causas do meu "desaparecimento virtual" é que a maior fonte de inspiração é os acontecimentos de todos os dias. Contudo, o ócio das minhas féria me impossibilita de viver coisa, fico em casa assistindo a TV e mexendo no computador.
Mas hoje foi um dia ímpar nas minhas férias. Hoje foi o dia da matrícula nas matérias na UnB. Estava bastante tenso para conseguir montar uma grade horária boa, pois eu reprovei em duas matérias no 1º semestre e teria que pegá-las agora no 2º.
Pois bem, meia noite do dia 22, estava eu e todos meus colegas de curso online para efetuar a matrícula via internet. Era bem simples, tinha só que aceitar as matérias que o sistema tinha oferecido. Foi o que eu fiz. Depois eu fui conversar com meus colegas e percebi que as nossas turmas não era as mesma. Eu tinha sido colocado na turma de Química. Além disso não me ofereceram uma amtéria do 2º semestre que é obrigatória.
Dormi pensando na missão que teria pela frente: Ir pessoalmente na UnB para fazer os reajustes. Planejei de ir depois da academia, pegaria um ônibus rumo à UnB. Tudo correu conforme o planejado. Chegando na universidade, fui logo para a coordenação do meu curso - Farmácia. Já era tarde, perto das 17 horas. Expus o meu caso ao funcionário que estava lá. Mal-educado não perguntei o nome dele. Ele foi bastante paciente, porque o servidor do sistema estava sobrecarregado. Tive que lhe informar várias vezes o número da minha matrícula e quais matérias queria pegar.
Depois de muitas tentativas, mudanças de computadores, suspiros, suor e rezas o servidor cooperou com a gente. Mas o funcionário não estava conseguindo fazer o que eu tinha pedido. Ele decidiu chamar uma outra moça, que já entrou sentou no na frente do monitor me perguntou qual a minha matrícula e o que eu queria fazer com a grade horária. como num passe de mágica ela me pôs nas turma desejadas. Agradeci a ela. Depois de quase uma hora completa consegui sair satisfeito da UnB. Agora é só esperar o início das aulas.
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