quarta-feira, 19 de outubro de 2011

algumas ideias

O mal da minha geração é passar mais tempo do que deveríamos diante de computadores e televisões. Como não poderia deixar de ser, eu assisto TV por um bom tempo no meu dia-a-dia. Muitas coisas passam-me indiferentes. Outras já me chamam a atenção e até me emocionam.

Há algum tempo uma propaganda me azucrina e me preenche por uma sensação de vergonha alheia. Se trata do comercial do Arroz e Feijão Cristal, que posto logo abaixo:


Esse vídeo mostra como, as vezes, algo sai muito errado. Num momento de descontração, alguns amigos e eu entramos no assunto deste comercial acima. Chegamos a um trágico consenso sobre como era a ideia inicial.
-Vamos fazer uma propaganda com os saquinhos de Arroz e Feijão dançando em cima de um palco.
- É uma boa ideia. E se nós contratássemos uma pessoa para fazer um jingle bem animado?!?!
- Chamemos também um técnico de computação para fazer uma animação em 3D.
Acredito que uma ideia como essa não traria bons frutos. E foi o que aconteceu.

Mas não se desespere, querido leitor, eu mostrarei agora um outro comercial de TV que, na minha opinião, é um dos melhores. Fiquem agora com o comercial da linha Plant da Natura.


Ontem estava distraído com a televisão ligado perto de mim. A propagando começou e, ao ouvir a música que me chamou muito a atenção, virei. Durante o tempo em que a propagando ficou no ar, eu a admirava. Ao final eu só conseguia pensar como a propaganda era brilhante e alcançava a todos por sua simplicidade. Realmente é uma obra-prima.

Não sou nenhum Expert e por isso as minhas críticas supramencionadas são meramente de um jovem engajado e, por vezes, rabugento. Por mais que você talvez não compartilhe das minhas opiniões, espero que esse texto e vídeos (principalmente o segundo) tenha te emocionado e fique algum tempo na sua memória.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Dia Longo Dia

O dia já não começou bem, como de praxe peguei engarrafamento e cheguei atrasado na aula. Até aí ainda consigo relevar. As aulas de hoje seguiram normalmente. O problema não era a aula, era a chuva. Ontem, por acaso, encontrei com uma amiga minha do tempo de ensino médio e decidimos almoçar juntos. Eu chamaria todos os nossos amigos em comum que estudam na UnB e faríamos um grande almoço para matar a saudade. Prometido e feito. Mas esqueci de avisar São Pedro.

Programei com todos para nos encontrar na frente do restaurante universitário as 12 horas. Lá por umas 11:20 começa a chover torrencialmente. E eu na expectativa que logo parasse. A aula foi passando e a chuva não foi parando. Quando acabou a aula eu comecei a ligar e mandar mensagens para meus amigos para saber onde eles estavam e arrumar um plano B. Desastre total, cada pessoa estava em um lugar diferente... de Brasília. E quem estava na UnB, também estava separado. Primeira providência, unir quem está na Universidade e avisar aos outros que nada poderia ser feito enquanto a chuva não parasse.

Durante o tempo necessário para unir o povo todo e contabilizar os desfalques, uns já iam se acomodando no chão para comer seu "cup noodles" fazendo praticamente um pique-nique. Marina foi de carro e Marcelo chamou um amigo da arquitetura para almoçar com a gente. Durante esse tempo, a chuva deu uma trégua. Decidimos almoçar fora da UnB, e fomos para a praça de alimentação de um shopping.

Voltamos todos para a faculdade e, como eu não tinha mais aula, decidi xerocar uma lista de exercícios de matemática e voltar para casa. Já saindo da UnB, em direção à parada de ônibus, comecei a sentir uma garoa fraca e pensei "Dá nada, alguns pingos não me matarão". Dei mais três passos e, de repente, desaba uma chuva mais forte do que a de antes. Comparando a intensidade de chuva com a escala richter, essa seria de grau 7,64 e a anterior de grau 2,333 (*Dados falsos). Me vi numa situação crítica, não esperava uma chuva tão forte. Não soube o que fazer, então, por um instante, tomei chuva parado. E no ápice da minha inteligência resolvi voltar para UnB. Correndo , claro, não queria me molhar mais do que eu já estava. Impossível, cheguei no portão ensopado.

Analisando a situação, eu estava molhado até a alma, não tinha como ir pra casa, não tinha mais aula e São Pedro lá fora mandando ver. Não tinha o que fazer além de esperar. Foi o que eu fiz. Dessa vez não demorou muito a passar, e logo que deu uma brecha eu me fui. No percurso para casa não aconteceu mais nenhum fato extraordinário.

Chegando em casa, liguei meu computador, entrei na internet, entrei no MSN e logo fui puxar papo com meu amigo lá de Campo Grande, o Andrew. Papo vai , papo vem, silêncio, retomada de assunto. Até que ele me vem com a melhor notícia de hoje : Tereré está para se tornar patrimônio imaterial de Mato Grosso do Sul. Ele me mandou alguns links de reportagem sobre o assunto, e ainda um link de uma loja online só de artigos de tereré que é um paraíso para os apaixonados e uma fonte para quem não está no estado.

E depois de todos esses acontecimentos mais o processo de redação desse texto, se eu não estivesse cansado seria um milagre. Dando o prefixo. Câmbio. Desligo.


terça-feira, 1 de março de 2011

Poesinha

Tenho liberdade poética
Minha rima é diabética
Uso palavra alfabética
Sou uma velha caquética

Meu texto é pagão
tem autoridade de zangão
tento tirar meu ganha-pão
Sempre com uma lição

Não importa o quanto fale
Não importa o quanto rale
Não importa o quanto vale
Não há ninguém que me cale

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Sinceridade.

Você é uma pessoa alienada ?
você responderia que sim. Por impulso? Por comodidade? Por ser diferente das outras pessoas? Ou por ser igual a todas?

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Textos de caderno

Segunda-feira, oito horas da manhã, UnB, aula de introdução à química orgânica, caderno aberto, folha em branco, lapiseira: eis que escrevo um texto para meu blog, mas que até agora eu o tinha deixado esquecido em alguma página do meu caderno. Finalmente lembrei e publicar-lo-ei.

Mesmo acordando cedo, comecei o dia bem: sempre durmo ouvindo o canal de música da NET (Tv a cabo), sempre na estação MPB.

Ouço de tudo, desde Novos Baianos, Raimundo Fagner, Titãs, Gilberto Gil, Roupa Nova até Chico Buarque, Marisa Monte, Adriana Calcanhoto. Ontem antes de adormecer, me lembro de ter ouvido "Taj Mahal" do Jorge Ben Jor, a música tema do "Sítio do Pica-Pau Amarelo" do Gilberto Gil e finalmente eu dormi.

O melhor de dormir com a música ligada é acordar com ela tocando. Acordei, fui tomar banho e quando saio do banheiro está tocando uma música que logo reconheci "Joga pedra na geni, joga bosta na geni, ela é feita pra apanhar, ela é boa de cuspir , ela dá pra qualquer um, maldita geni"

Muito surpreendido com tamanho clássico da música brasileira tocando logo cedo, mal pude acreditar que em seguida tocou "Dublê de Corpo" com Leoni. Essa sequência alegrou o resto do meu dia.

E para acabar com chave de ouro a minha "manhã musical", como era de se esperar, deu oito horas em ponto e começa a tocar o Hino Nacional. Canto até chegar na UnB, feliz e contente.