terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

UnB - sem comentários

Peço desculpas por não escrever no blog por um tenebroso e longo inverno. Uma das grandes causas do meu "desaparecimento virtual" é que a maior fonte de inspiração é os acontecimentos de todos os dias. Contudo, o ócio das minhas féria me impossibilita de viver coisa, fico em casa assistindo a TV e mexendo no computador.

Mas hoje foi um dia ímpar nas minhas férias. Hoje foi o dia da matrícula nas matérias na UnB. Estava bastante tenso para conseguir montar uma grade horária boa, pois eu reprovei em duas matérias no 1º semestre e teria que pegá-las agora no 2º.

Pois bem, meia noite do dia 22, estava eu e todos meus colegas de curso online para efetuar a matrícula via internet. Era bem simples, tinha só que aceitar as matérias que o sistema tinha oferecido. Foi o que eu fiz. Depois eu fui conversar com meus colegas e percebi que as nossas turmas não era as mesma. Eu tinha sido colocado na turma de Química. Além disso não me ofereceram uma amtéria do 2º semestre que é obrigatória.

Dormi pensando na missão que teria pela frente: Ir pessoalmente na UnB para fazer os reajustes. Planejei de ir depois da academia, pegaria um ônibus rumo à UnB. Tudo correu conforme o planejado. Chegando na universidade, fui logo para a coordenação do meu curso - Farmácia. Já era tarde, perto das 17 horas. Expus o meu caso ao funcionário que estava lá. Mal-educado não perguntei o nome dele. Ele foi bastante paciente, porque o servidor do sistema estava sobrecarregado. Tive que lhe informar várias vezes o número da minha matrícula e quais matérias queria pegar.

Depois de muitas tentativas, mudanças de computadores, suspiros, suor e rezas o servidor cooperou com a gente. Mas o funcionário não estava conseguindo fazer o que eu tinha pedido. Ele decidiu chamar uma outra moça, que já entrou sentou no na frente do monitor me perguntou qual a minha matrícula e o que eu queria fazer com a grade horária. como num passe de mágica ela me pôs nas turma desejadas. Agradeci a ela. Depois de quase uma hora completa consegui sair satisfeito da UnB. Agora é só esperar o início das aulas.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Elenita, ciclope do BBB

Ontem eu recebi um e-mail que me fez rir horrores. Era sobre um tema fútil, o Big Brother Brasil 10. Mas o assunto era cômico.

Como eu disse no outro post, eu estou lendo uma série de livros que chama de Percy Jackson e os olimpianos. Como um legítimo fã da série, entrei no fã club aqui do Distrito Federal. Venho recebendo e-mails com notícias e curiosidades do "Monte Olimpo- DF", o de ontem foi o mais engraçado.

No e-mail, a Valéria (dona do Fã-club) estava incentivando os participantes à votarem contra a Elenita do BBB10, por causa de um comentário dela sobre "O Ladrão de Raios"(primeiro livro da série). No e-mail também constava um link do vídeo onde a Elenita fazia tal comentário.No vídeo, Elenita critica o livro dizendo que é para o público infanto-juvenil (como se esse fator atrapalhasse a leitura) e que não conseguiu passar da segunda página. Ao fundo, Michel fala em alto e bom som que o livro é um "lixo".

Mais do que justo nós do fã-club nos unirmos para eliminar o "ciclope" (esse disfarce como humana não colou, descobrimos que ela é um ciclope). O e-mail foi só para colocar o fato à vista de todos e começar a corrente de votação para eliminarmos o monstro presente na casa do BBB.

O nosso objetivo foi alcançado. Com 52% dos votos a Elenita foi expulsa da casa mais vigiada do Brasil.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Gago, Eu!?!?!?

Uma tentativa de fazer um vídeo para o blog!

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Na Minha Época....

Já ouvi muitas pessoas dizerem que nasceram na época errada. Agora há pouco isso me passou pela cabeça, bem no momento em que estava ouvindo "Sapato Velho", do Roupa Nova. Logo repensei - nasci numa época melhor.

Atualmente temos vários recursos para fazer viagens no tempo. Numa mesma playlist é possível ir e vir entre as décadas passadas e hoje. Saindo de Roupa Nova e chegando à Maria Gadú, passando por tempos e estilos diversificados - Legião Urbana, CPM 22, The Beatles, Leoni, Skank, Marisa Monte, Djavan, entre outros.

Fico feliz por ter nascido há quase dezoito anos. Hoje eu posso ouvir os artistas de quem meu pai foi fã. Não só da época do meu pai, mas também a do meu avô, porque não? Com um pouco de curiosidade e de força de vontade é possível fazer viagens no tempo sempre que quiser. Quem disse que a máquina do tempo não foi inventada ainda?

Minhas férias estão sendo cheias de viagens no tempo. E aconselho: tente você também.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Imagem&Ação


Jogos de tabuleiro. Nada melhor para passar o tempo. Mas eu me refiro àqueles clássicos: Banco imobiliário, Perfil, Imagem & ação, Detetive. O jogo que eu mais gosto é o Imagem & Ação, é o mais dinâmico e Engraçado.

Na minha viagem à Campo Grande fiquei hospedado por alguns dias na casa do Andrew e do Klaus. No dia do aniversário do Klaus teve uma comemoração com churrasco, jogos de cartas, Mímicas E Imagem & Ação (não poderia faltar). Antes do Igor chegar com O Jogo Principal e do churrasco ficar pronto, nós jogamos cartas e mímicas - um aquecimento para o evento posterior.

Depois do churrasco e da sobremesa (um incrível bolo de maracujá) Igor chegou com O Jogo. Nos reunimos na sala, o que foi um milagre, pois éramos em oito mais o Ricardo. Mas vale de tudo para jogar Imagem & Ação, né?

Depois de dividir o grupo em dois times e da passagem de regras o jogo teve início. Começou meio divagar, poucos acertos em cada rodada. Mas não demorou muito para o entrosamento funcionar. Com algumas palavras bastava fazer mímicas auto-explicativas (como as palavras da categoria "ação", que normalmente eram verbos), mas tinha aquelas palavras mais complicadas. Claro que o jogo só tem graça quando saem as palavras complicadas. Adotamos a seguinte tática: se a palavra é difícil, "soletre-a". Algumas mímicas já estavam manjadas, imitávamos um gato e todos sabia que a palavra tinha "G", a mímica do macaco significava letra "M" e assim era a "soletração".

Mesmo assim tinha palavras marcadas para não serem adivinhadas como, por exemplo: Faca elétrica, depois de muito sofrimento e de um minuto inteiro, o máximo chutado foi "faca de energia". Nos momentos de desespero algumas palavras saiam um pouco distorcidas: "encicoplédia". Nesses momentos as gargalhadas eram inevitáveis.

Esse é mais um episódio do livro "Viagem à Campo Grande" de minha autoria, prevista para ser lançada a qualquer hora, fiquem atentos! "O autor desse blog recomenda a compra e leitura desse obra".


Dizem as más línguas que será um best-seller. (mas não conta que eu te falei, é segredo)

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Maldita Inclusão Digital


Inclusão digital. Avanço da tecnologia da comunicação. Aparelhos portáteis de gravação em alta definição. Sites de compartilhamentos de vídeos. Internet de alta velocidade. Você deve pensar que tudo citado são coisas boas, que revolucionaram a humanidade. Eu também compartilhava desse pensamento, até tudo isso destruir meus sonhos de criança.


Sempre fui totalmente desajeitado. Nunca fui o melhor no futebol, nem no video-game, muito menos no esconde-esconde. Mas tinha uma coisa que eu era bom, fazer as pessoas rirem. E eu gostava de fazer isso. Nada melhor do que fazer algo em que é bom. Até um tempo atrás eu não sabia como usar esse meu talento. Foi num belo dia que eu descobri dois novos métodos de fazer comédia, o stand-up comedy e a comédia de improviso. Achei o máximo, decidi que era esse o meu futuro. Parecia algo fácil de trilhar.

Mas daí apareceu o tal do youtube na minha vida. Pra que? Destruiu o meu sonho de ser comediante. No começo eu Ficava horas e mais horas acessando todos os vídeos do Rafinha Bastos, Oscar Filho, Marco Luque e do Improvável. Cheguei a ser um viciado, dependente do stand-up comedy e da comédia de improviso. Algumas emissoras de televisão viram o quanto esses vídeos estavam fazendo sucesso na internet, então decidiram levar para a TV. Já não bastava o youtube para me por para baixo com tantos comediantes ótimo, agora eles estão também na TV para jogar na minha cara que as minhas piadas não são tão boas quanto as deles e que eu nunca vou ser um comediante de sucesso que nem eles.

O pior de tudo é que tem gente que grava o programa na TV para depois fazer o upload do vídeo no youtube. Vê se tem cabimento uma coisa dessa? agora eu tenho a opção de me deprimir a qualquer hora do dia com os vídeos no youtube, antes eu tinha que respeitar os horários do programa. Essa era digital só fode com a minha vida!!!!

Percy Jackson


Sabe aquelas lendas mitológicas da grécia antiga que todos nós sabemos um pouco e que você nunca pensou que seria útil ? Eu também pensava assim. Ainda penso dessa maneira para ser sincero. Mas um cara chamado Rick Riordan não pensa como a gente. ele achou uma utilidade para tais lendas, escreveu uma série de livros de ficção juvenil intitulado "Percy Jackson e os Olimpianos". Já li os dois primeiros volumes da série: O Ladrão de Raios e O Mar de Monstros.

É uma série de sucesso mundial e que agora vai ganhar adaptação para as telonas. Parece estar seguindo os passos de Harry Potter. O livro narra as aventuras de Persy Jackson, semi-deus filho de Poseidon. Junto com ele estão o sátiro Grover e a semi-deusa Annabeth. A escrita de Rick Riordan é muito simples, voltada para o público juvenil, é rápida e engraçada. Eu recomendo a leitura para quem tem interesse em mitologia. Não é preciso saber muito porque o próprio autor comenta sobre as histórias das criaturas que vão aparecendo. Mas se você teve aulas de teatro com o professor Guti ou apenas era fã de Cavaleiros do Zodíaco é possível que algumas entidades sejam familiar.

Fica aqui a minha dica de leitura. Agora posso dizer que esse blog já é uma fonte de cultura.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Campo Grande - Cidade Morena


Desde o ano passado eu planeja uma viagem a Campo Grande-MS, cidade onde nasci e cresci. Ao longo do ano comentei com alguns amigos sobre meus planos. No começo era só um sonho longínquo, mas com o passar do tempo a vontade crescia e os planos se desenrolavam. Depois que me mudei para Brasília voltei a Campo Grande algumas outras vezes, encontrei com velhos amigos e esbarrei em lembranças queridas da infância. Dessa última vez não foi diferente. Na segunda semana de Janeiro estava que não podia me conter de vontade de voltar à cidade morena. Depois de um ano de planejamento, nada mais compreensível.

Foi num domingo que convenci meus pais a deixarem eu partir nessa viagem. Fui dormir com a promessa de compra de uma passagem de Brasília para Campo Grande o quanto antes. Me lembro da minha mãe gritando para me acordar na segunda-feira cedo, dizendo para eu me apressar e arrumar a mala , pois o vôo mais oportuno sairia dentro de quatro horas. Acordei meio atordoado com tal notícia, mas bastante contente. Quando estava me levantando da cama vi minha mãe sentada em frente ao computador; estava comprando a passagem via internet. Era a última vaga no vôo e infelizmente outra pessoa já havia comprado antes da gente. Por sorte, naquele mesmo dia um outro vôo saia de Brasília com destino a Campo Grande. Esse avião estava menos concorrido e havia mais poltronas disponíveis para a compra virtual. Minha mãe comprou a passagem mais rápida do que um foguete, temendo a lotação do avião.

Arrumei minha mala, o vôo estava marcado para 23:30. Cheguei em Campo Grande as 23:50 (pelo horário de Campo Grande, que tem um fuso horário a menos que Brasília). Minha mãe disse que a vó Temis estaria me esperando lá. Vó Temis é uma amiga da minha mãe e do meu pai, e uma avó para mim e para minha irmã. Ficaria hospedado na casa dela durante a minha viagem. Desembarquei, procurei pela minha avó por todos os lados do aeroporto, até do lado de fora. Nada. Por incrível que pareça eu pensei que o esquecimento era algo, além do provável, possível. Resolvi sentar e esperar por ela. Se demorasse mais que uma hora, ligaria no celular. Lembrei de ligar pra minha mãe para contar como foi a viagem, relatei sobre o possível esquecimento da minha avó, ela também achou normal. Depois de trinta e cinco minutos esperando, vejo chegar uma senhora correndo e com uma poodle embaixo do braço. Foi direto para a frente do salão de desembarque. Era a vó Temis. Fui ao seu encontro. Nos cumprimentamos e ela se desculpou pelo atraso, disse que estava no supermercado fazendo umas comprinhas e depois foi beber uma cerveja com uma amiga. Quando lembrou de mim saiu correndo, mas já estava atrasada.

Ela me perguntou se estava com fome, assenti. Fomos comer no Come-come, lanchonete bem conhecida em Campo Grande. Lanchei um X-Bagunça e uma Fanta. A vó Temis ficou só na coca light, pois sabia que eu tinha trazido cuca de nozes, doce que ela ama de paixão. Depois de comer, já estava com muito sono, só pensava em dormir. Mas para a minha surpresa, chegando em casa as malditas comprinahas estavam no chão da cozinha, jogadas de qualquer jeito, esperando que alguém as guardasse. Adivinha quem foi escolhido para tal tarefa?


E essa foi minha esplêndida chegada a Campo Grande. Depois conto mais sobre os acontecidos durante a viagem, mas por enquanto isso é tudo.

Esse texto é uma homenagem à querida vó Temis. É também um presente de aniversário atrasado que foi no dia 5/2 (sexta-feira).

Mari - Serial Killer

Férias. Quem não gosta desse período. Quem não tem boas lembranças das férias, sol, praia, sossego. Sim, férias é muito bom mesmo, mas as vezes é ruim ficar parado. Foi pensando nisso que eu fui procurar uma academia. Onde eu moro tem três academias: a Healthway é a mais antiga, por muito tempo foi a única academia por aqui por isso ela cresceu muito; a Vitruviano é mais recente e um pouco menor comparado a Healthway; e também tem uma outra academia que eu não fiz nem questão de memorizar o nome. Eu queria conhecer todas para ver qual das três era melhor, fui primeiro na que eu não sei o nome. Logo que cheguei vi dois caras com o uniforme da academia sentados numa mesinha enquanto uma aluna trocava de aparelhos sem ajuda deles, virei para um deles e perguntei como funcionava a academia, tive como resposta um mísero "pergunta pra moça do balcão". Cheguei no balcão e fiz a mesma pergunto de antes - como funciona a academia? Ela perguntou se eu já tinha feito academia antes, respondi que sim e expliquei que estava há muito tempo parado. Depois ela perguntou quantos dias da semana eu frequentaria a academia, respondi cinco vezes por semana. Ela olhou pra mim e falou que no meu caso era aconselhável apenas três vezes por semana. insisti em cinco, ela insistiu em três contando-me uma história que ela não tinha se recuperado de uma série de musculação de dois dias atrás. Eu já estava com o pé atrás com toda essa boa recepção, depois da menina dizer o quanto eu devo fazer, foi a gota d'água. Mais por educação do que interesse ouvi os planos que ela oferecia, quero dizer, o plano oferecido, pois ela só me mostrou o de três vezes por semana.

Encontrei com Mariana que estava me esperando no carro. Então fomos para a segunda academia: Vitruviano. Lá é bem mais arejado, maior, com um clima mais amigável. Antes mesmo de sair do carro já dava pra ver que a academia estava vazia, só com uma atendente e um personal trainer . Como de praxe fiz a pergunta do dia: Como a academia funciona? A atendente perguntou meu nome, respondi (of course). Foi super simpática comigo, explicou sobre os preços, comentou que cada personal trainer supervisiona três alunos por vez. Ofereceu uma aula experimental, recusei. Aquela academia já tinha me conquistado. Perguntei se tinha que fazer algum exame físico antes de começara a malhar, resposta foi uma análise física. Como eu estava ansioso para começar já marquei a avaliação física para o mesmo dia, as 20h. Então eu sai da academia as 16h e voltei as 20h para o exame. O exame foi simples, prático e rápido. Depois a atendente falou que eu teria que marcar um horário para as aulas. Marquei as 15h.


Como esperando, estava eu lá no outro dia as 15h para a minha primeira aula. Na academia não tinha ninguém do dia anterior, tive que me apresentar. Uma tal de Mari me cumprimentou e anunciou ser a minha professora. Antes que pudesse soltar o aperto de mão ela já havia me puxado para uma esteira e quando voltei a mim a esteira estava na velocidade 5. Depois de quinze minutos andando a Mari desliga a minha esteira e fala que começaríamos a musculação propriamente dita. Gelei. Se estou na chuva é pra me molhar, pensei. Segui ela até uma máquina, a Mari me deu as dicas do que fazer e a quantidade (3 séries de 10 repetições). Beleza, parece fácil. Um, dois, três, quaatro, ciiiiinco, ssssseeeeeiiissss, depois do seis ela começou a contar pra mim, graças a Deus! E foi assim com todos os equipamentos. No final ela ainda me ajudou com alguns alongamentos. acabada a sessão de alongamentos ela comenta que nos outros dias a musculação vai ser mais pesada, que nessa primeira aula era só para acostumar. Quase chorei nessa hora. voltei pra casa desolado.


E esse foi o meu primeiro dia de musculação! espero que tenham gostado do relato.
abraços.

Oi, sou Gabriel Franke Viégas.

No começo desse sábado, dia 6 de fevereiro de 2010, em plenas férias de início de ano, me bateu uma vontade de fazer alguma coisa produtiva. Essa vontade já é antiga, mais ou menos de quando começaram as férias. Mas também foi uma vontade de seguir alguns dos passos de meu pai, Inorbel Maranhão Viégas competente jornalista e um ótimo pai, diria até o melhor que eu tenho. Há algum tempo meu pai começou a escrever textos de diversos assunto (como pretendo fazer nesse sítio) e divulgá-los na internet para amigos via e-mail. Agora ele também fez um blog, onde escreve diariamente seus textos. Vendo como ele escreve no blog e como houve repercussões positivas, me senti inspirado para fazer algo semelhante. Por isso a criação desse protótipo.


Pois bem, houve várias barreiras que eu tive que enfrentar. Enfrentei, sofri, mas ganhei. Uma dessas barreiras foi a falta de confiança em mim. Nunca fui um exímio escritor, nem tenho um bom vocabulário e sempre tive um pouco (mentira, muito) de medo de não alcançar as expectativas que um membro da minha família carrega ao nascer. Depois vieram as barreiras mais fáceis como escolher o nome do blogger. Não fui muito criativo para ultrapassar, esse nome é algo que me ocorreu na hora e eu gostei. "Gabriel por ele mesmo" é uma sátira àqueles livros de autobiografia de pessoas não muito conhecidas, assim como eu, mas também é reflete uma das minhas características fortes: Fazer graça com qualquer coisa. Barreiras passadas e blogger criado.